PRESS RELEASE
Eles nunca ensaiaram juntos. Apesar de todo o tempo de convivência, até o final do primeiro EP, essa formação de músicos nunca ensaiara absolutamente nada junto. Da soma dos fatores, distância, tempo, disponibilidade e contusões, que impossibilitariam a formação de uma banda tradicional de vários encontros semanais, surgiu esta que se denomina The Pexes, derivada da filosofia de trabalho “Romariana”. Uma banda virtual, mas de verdade.
Beto toca no Móveis Coloniais de Acaju, banda que o Diego já tocou também. O Marco e o Arthur tocavam no Velhos e Usados, banda que o Diego também já tocou. Marcius e Kelton já tocaram em uma infinidade de bandas de Brasília, entre elas, adivinhem? O projeto solo do Beto, o qual Arthur toca também e o Marco, não… ele ficou de fora desse... É tipo Drummond… João amava Teresa que amava Raimundo e por aí vai.
Beto, Diego, Marcius, Arthur, Kelton e Marco, amigos de longa data e músicos reconhecidos na cena roqueira de Brasília, sempre participaram dos projetos musicais uns dos outros, fazem parte da formação inicial do The Pexes, que não se prende a nada disso. O The Pexes é uma mutação em evolução. Da ideia de distância física e temporal entre os integrantes, surge a possibilidade de ter dois bateristas, de ter todos e nenhum integrante, e de provavelmente até você, ao ler esse texto, ainda nem saiba que é um The Pexe também. Este projeto é completamente baseado na confiança musical mútua entre os integrantes e na soma dessas criatividades individuais e interativas.
Após meses de gravações à distância e reuniões via Skype e Hangouts, espalhadas nas cidades de Brasília, São Paulo e Boa Vista, o resultado desse desafio pode ser conferido no primeiro EP da banda, “Do The Pexes”, disponibilizado para download em junho de 2014, no site da banda.
As canções falam de amor, separação, doenças cardíacas, falcatruas, chatices e do Romário, nosso muso maior e dono da filosofia que gere e possibilita a realização dessa banda que não ensaia nunca. Quem é tetra e luta contra a CBF merece nossa consideração. Na verdade, segundo as palavras do próprio jogador: “Treinar pra quê, se eu já sei o que fazer."
Popular Posts